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GERIATRIA

Cuidados com o idoso

Na terceira idade há uma tendência ao acúmulo de doenças crônicas, na sua grande maioria benignas e fáceis de serem controladas. A artrose, por exemplo, é doença que acomete com muita freqüência o idoso e que pode se somar a outras manifestações como a pressão alta ou o diabetes.

O médico deve administrar a doença com a participação do idoso, bem como a de seus familiares, fornecendo o máximo de informações possíveis.

Ao médico cabe distinguir os sintomas próprios da idade daqueles devido à doença.

O exame médico


A avaliação de uma pessoa idosa doente deve ser feita cuidadosamente. O paciente e também os familiares devem prestar todas as informações possíveis, doenças ocorridas no passado e atuais, cirurgias, medicamentos utilizados, etc. O idoso tende a omitir informações ou por puro esquecimento ou por erro de avaliação, daí a importância de dados obtidas de familiares ou de pessoas próximas. O exame médico inicial deve ser sempre minucioso e realizado de preferência por um clínico geral e nunca pelo especialista. O especialista deve ser convocado sempre que necessário e sempre sob a supervisão do clínico geral. O diagnóstico preciso permite a distinção correta entre o sintoma devido às perdas funcionais próprias da idade e a doença. Hoje em dia existem Planos de Saúde para terceira idade como o plano de saude Prevent Senior que se especializou em atendimento ao idoso, aplicando a medicina preventiva buscando a longevidade de seus pacientes, com o objetivo de diagnosticar doenças em fase inicial facilitando o tratamento.

O idoso doente deve receber cuidados redobrados. Na terceira idade há maior tendência a infecções ( principalmente pulmonares ), à desidratação, a descompensação cardíaca (insuficiência cardíaca)  por exemplo. A utilização de medicamentos deve ser muito criteriosa tendo em vista a maior susceptibilidade a reações colaterais e à intoxicação. O período de imobilidade deve ser o mínimo possível. A sua reabilitação em geral é mais lenta quando comparada a de um jovem.

Exercício Físico

O exercício físico na terceira idade mantém e melhora as atividades de vida diárias. A saúde na terceira idade depende, sobretudo dos cuidados no passado. A qualidade de vida depois dos 60 é determinada pelas atividades que a pessoa desenvolveu e também da forma como a ela se alimentou até lá. Com a idade, a pessoa perde força nos músculos – que atrofiam aos poucos – e ganha gordura. Contudo, é possível reverter os efeitos do tempo.
O exercício físico na terceira idade mantém e melhora as atividades de vida diárias como: tomar banho, fazer compras ou dirigir. Uma pessoa sedentária pode começar com 15 ou 20 minutos diários de caminhada, o que já surte efeitos positivos. Segundo a professora de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB), Marisete Safons, especialista em saúde na terceira idade, a prática do exercício deve ser regular, apoiada em disciplina e estruturada numa seqüência lógica.

O ideal é que a pessoa se submeta a uma avaliação médica antes de começar uma prática desportiva. “A análise leva em conta as condições de saúde – se a pessoa é hipertensa, se tem artrite, osteoporose, fibromialgia ou se toma medicação, etc”, avalia Marisete. A especialista lembra ainda que existem atividades apropriadas para cada indivíduo. “Para quem tem osteoporose ou constituição física frágil a musculação é uma modalidade recomendável”, diz.

Um profissional de Educação Física também deve ser acionado para uma avaliação pré-atividade física. Um questionário (anamnese) é aplicado para ajudar na identificação de práticas mais adequadas. A pessoa deve ser absolutamente sincera e precisa nas respostas para garantir um diagnóstico correto. A avaliação física e funcional vai detectar as atividades mais recomendadas. Se a pessoa tiver boas condições de saúde não há exercícios contra-indicados.

De começo, equilíbrio – A pessoa que não é acostumada ao exercício físico deve conter a ansiedade inicial. “Não adianta querer recuperar 70 anos de vida sedentária de uma só vez”, alerta Marisete. As precauções não se restringem ao ritmo das atividades. No caso do uso de remédios, medicação e exercício devem caminhar juntos. A pessoa não deve, em hipótese alguma, suspender o uso dos medicamentos por conta própria.

As atividades recomendadas aos idosos estão no âmbito biopsicossocial: Bio (biológico) – O exercício influi em aspectos funcionais (internos) e visa o aumento da força, da flexibilidade, do equilíbrio e da função cárdio-vascular; Psico (psicológicos) – O trabalho físico aumenta a disposição, melhora a auto-imagem, a auto-estima e a sensação de bem-estar; Social – A reinserção do indivíduo no grupo social e a ampliação das relações sociais são benefícios da prática desportiva.

O cuidador de idosos

A função do cuidador de idosos foi oficializada pela Portaria Interministerial n. 5.153, de 7 de abril de 1999, que considera a necessidade de habilitar recursos humanos para cuidar do idoso e de criar alternativas que proporcionem aos idosos melhor qualidade de vida. O cuidador oficializado por esta portaria é capacitado a realizar cuidados básicos, que de acordo com os documentos sobre o assunto, diz respeito à higiene, alimentação e ajuda na locomoção. 

O Cuidador de Idosos é o profissional que trabalha com a população da terceira idade, fazendo o elo entre o idoso e a família, os serviços de saúde, os poderes públicos constituídos, os grupos de convivência e lazer e a comunidade em geral.

Ele está capacitado a atuar em diversas instâncias junto aos idosos no cuidado e assistência, nas atividades de convivência e lazer; aspectos da cidadania e das políticas públicas e criação de negócios direcionados para a população da terceira idade.

Esse profissional está capacitado para auxiliar o idoso que apresenta ou não limitações nas atividades da vida cotidiana. Oferece cuidado e/ou suporte ao idoso, desempenhando atividades relacionadas ao seu bem-estar físico, mental, social e legal, diretamente ou por meio de empresas voltadas a esse público.

Ele está apto, ainda, a lidar com idosos independentes ou dependentes, acamados ou não, inclusive em estado de demência, nas diversas instâncias de atenção – comunidade, hospital, clínica, domicílio e instituição de longa permanência, bem como a relacionar-se com os seus familiares e trabalhar em equipe multidisciplinar.

O Cuidador de Idosos está habilitado a avaliar, construir e gerenciar negócios baseados no atendimento ao público da terceira idade. Além de conhecer e divulgar a legislação específica que garante os direitos dos idosos, esse profissional está capacitado, também, a subsidiar políticas públicas que visem assegurar os direitos da população da terceira idade.

 

 

 

 

Fonte: (Para Idosos)


 

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